A Metodologia PR4 utilizada pela STROHL Brasil é considerada a mais completa do mercado porque além da sua prática eficaz em mais de 100 países onde é praticada há mais de três décadas pela SunGard® AS, alia os 12 anos de conhecimento prático da equipe especialista no mercado brasileiro – que em muitos aspectos precisa ser tratado em suas particularidades – e a total aderência às principais Normas e Legislações da GCN e do segmento de mercado da empresa-cliente.
Mais do que estar aderente, a Metolodolgia PR4 pode ser utilizada para agregar valor à norma brasileira ABNT NBR 15999 com relação à priorização da recuperação dos processos de negócios críticos e sua infra-estrutura de suporte ao longo do tempo.
Desenvolvida a partir das boas práticas em GCN e testada e aprovada pelas maiores e mais importantes empresas ao redor do mundo onde é utilizada, a Metodologia PR4 decompõe no tempo todas as fases de um Plano de Contingência e Continuidade de Negócios - Prevenção, Resposta, Reinício, Recuperação e Restauração - possibilitando uma melhor compreensão das fases que compõem uma contingência e os diferentes esforços necessários para a implantação de um programa realmente eficaz.
Seu notável diferencial esta em ser uma metodologia flexível e adaptável à cultura, necessidade, maturidade em GCN e ao segmento de mercado do cliente. O detalhamento da Metolologia PR4 , assim como todos os seus diferencias práticos, são apresentados nos Programas de Capacitação ministrados pela STROHL Brasil.
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É a fase que antecede a uma interrupção. Nesta fase identificam-se as ameaças que podem afetar a Continuidade de Negócios por meio da realização da Análises de Riscos em seguida, realiza-se uma Análise de Impacto nos Negócios, para quantificar os impactos financeiros e operacionais, prioridades de recuperação, tempos de retorno em operação, etc. A partir destas duas análises e de boas relações custo x benefício é que é definida e implantada uma Estratégia de Recuperação.
O desenvolvimento dos Planos de Contingência e Continuidade de Negócios, nada mais é do que a formalização dos métodos de execução da estratégia de recuperação previamente definida. Depois de documentados, os planos devem ser testados de maneira a garantir a sua funcionalidade, a correta preparação e treinamento das pessoas envolvidas, de forma a saberem como proceder em uma situação de contingência. Esta fase é essencial para que o plano seja colocado em prática; entretanto, para evitar erros e garantir a eficácia, é de extrema importância que o profissional de GCN atualize continuamente os vários planos acompanhando as constantes mudanças que ocorrem na organização.
Na ocorrência de uma interrupção, planos de resposta às emergências devem ser rapidamente ativados objetivando as ações para a proteção do pessoal, contenção dos danos, estimativa de recuperação dos recursos, previsão dos tempos de retorno à normalidade, escalonamento da decisão e, finalmente, a declaração ou não da contingência, de forma total ou parcial. Tudo isto em questão de alguns minutos, talvez algumas poucas horas, levando-se em consideração todas as dificuldades de localização e mobilização do pessoal crítico envolvido e disponível.
Declarada a contingência, os processos de negócio críticos devem ser recuperados, conforme identificados na Análise de Impacto nos Negócios, definidos e aprovados na implantação da Estratégia de Recuperação e de acordo com os Planos de Contingência e Continuidade de Negócios previamente documentados, testados e mantidos sistematicamente atualizados.
Os demais processos de negócio em ordem decrescente de prioridade são recuperados, de acordo com os Planos de Contingência e Continuidade de Negócios previamente documentados, testados e mantidos sistematicamente atualizados, até a recuperação total da organização ou do local afetado.
Após a recuperação de todos os processos críticos e da preparação do novo local de operação da organização, esta fase visa, de maneira planejada, executar a volta à normalidade, com a declaração formal de encerramento da contingência.

